' o morro dos ventos uivantes '
28 de dez. de 2010
15 de dez. de 2010
A VIDA .
Nem sempre ela toca o que gostamos ou o que sabemos dançar, mas devemos inventar os passos, mesmo que saiam um pouco desajeitados, o importante é nunca se sentar no canto e fazer cara feia. Não preciso que você saiba dançar, só preciso que você dance comigo , dança ?
14 de dez. de 2010
9 coisas sobre mim :
1- Prefiro escrever a falar.
2- Gosto de rir . Assim como também gosto de chorar (Alivio dores e emoções)
3- Tenho uma mania indestrutível de mexer no cabelo á todo instante .
4- Não gosto que fiquem me olhando muito e tenho medo do que as pessoas pensam á meu respeito. Não gosto de ser julgada.
5- Costumo ser teimosa e demoro para me arrumar.
6- Prefiro lugares silenciosos a agitados. Mas, se ao acaso, estiver impaciente, prefiro agitação.
7- Mudo de humor constantemente e por esse motivo, muitas pessoas acham-me estranha. O momento, as cores do lugar onde estou, as pessoas ... me fazeem mudar de humor.
8- Sou romântica, carinhosa e suporto coisas absurdas até um certo ponto. Mas também estresso-me rapidamente e gosto muito de gritar quando meus planos não dão certo.
9- Sou preguiçosa e tento fazer mil coisas de uma só vez, quando acabo não fazendo nada :x
Não faça da sua vida um livro aberto, onde as pessoas à todo instante possam tocar na capa, folhear, riscar, rasgar e escrever nas páginas. Não te exponhas demasiadamente para que teus segredos não sejam desvendados. A pessoa mais interessada na sua vida tem de ser você, então cuide de você... se produza, se perfume, se ame! Mas não deixe que um milhão de pessoas saibam de sua vida o que somente você tem direito a saber! Mas também não se é preciso passar pelas ruas bem lentamente para que ninguém escute seus passos, ou andar sempre calada para que ninguém ouça tua voz. Simplesmente, procure dar menos informações sobre você às pessoas que não conhece... você não sabe para quê lhe servirá e nem para onde irá. Não ria muito das besteiras ou dos erros das pessoas, elas também podem sorrir quando você cometer um erro igual ou pior ao delas. Limite-se a falar, principalmente, das pessoas que você não gosta e que também, por algum motivo, não gostam de você. Talvez, vocês sejam inimigos e não saibam... e na hora de falar, o rancor pode ter forte poder nas palavras. Não brinque enquanto todas as outras pessoas dormem, você sempre levará a pior! Mas, nem sempre se deve fazer o mesmo que os outros fazem, deve-se, em algum momento da vida, ser diferente dos demais... Portanto, não procure ser o centro das atenções, mas queira passar seus conhecimentos para os outros e demonstre interesse e/ou sabedoria enquanto as pessoas falam. Nós gostamos quando ficam interessados nas nossas conversas. Não diga sempre SIM às pessoas, por mais que você as ame, muitas vezes essas pessoas não merecem sempre ter um SIM como resposta! Negue algumas coisas, de vez em quando, a vida não é feita apenas de energias positivas! Mas também não diga sempre NÃO! As pessoas merecem uma segunda chance, e ainda outras merecem terceira. E, além do mais, elas se cansam de receber tanto NÃO na cara! Não viva do futuro, pois o futuro é algo imprevisível, e você não sabe em que momento pode dar um adeus para o mundo. E não conte com todas as pessoas, porque você não sabe se elas estarão com você até o fim.
Faça as coisas do seu jeito, mas não se esqueça de pensar
nas possibilidades delas acontecerem!
12 de dez. de 2010
11 de dez. de 2010
As coisas passam por mim e, simplesmente se vão. Deixo passar, relevo. Mas cansei. Abstrair é fundamental, mas nem sempre. É que ando cansada das coisas, posso até dizer que ando com preguiça de gente. É, falo de gente mesmo, do ser humano (desumano?). Preguiça de quem vive por aí se queixando de tudo, de quem acha que está sempre com a razão, de quem vive de aparências, de quem muito fala e pouco faz. Pior, de gente que enche a boca e bate no peito pra dizer quem é e acaba não sendo nada vezes nada. Então, me dei conta que algumas pessoas me cansam, definitivamente.Me rendo. Resolvi dá tchau, adeus e até nunca mais. Não, não é a você, nem a fulaninho nem a ninguém. Mas é para aquela menina ingênua que insiste em morar em mim. Não a quero, não aceito, pode ir. Dizem que é dando que se recebe, que o que a gente planta, colhe. Por muito tempo pensei assim, não penso mais. Desisti de plantar em terra infértil. Tudo bem, há casos e casos, eu sei. Mas cansei. De viver como quem aguenta, como quem engole, como quem foge.Já sorri pra fugi da tristeza, já fugi de algumas alegrias, já bebi só para fugi da realidade. Já fugi de alguns sentimentos, de algumas verdades e de alguns desejos. Já fugi dos meus princípios e até da minha razão. Quero minha liberdade de ser de volta, quero o meu eu falando mais alto, quero minha opinião exposta e levada a sério. Quero existência de dentro para fora. E se eu quero, eu vou ter. E disso não abro mão. Não mais. Chega de ser movida por algo ou pelas vontades dos outros, chega de calar quando preciso falar. Agora, se preciso falar, eu falo, se o jeito for gritar, eu berro. Vai ser assim, e quer saber? Tô nem aí. Me libero, me solto, me encaro. Se quiser, me enfrente, me aguente. Segure a onda. Do contrário, me supere. O tempo passou e eu descobri que não adianta eu ser a fofinha, a boazinha, a queridinha. Chega de inhas por aqui. Tem coisas que não cabem mais em mim, não combina, não bate, não rola. Me focalizo, primeiro eu ... O resto ? Depois a gente ver. Sorry, mas hoje o meu nome também se chama intolerância . Prazer .
10 de dez. de 2010
Defeitos
Mais uma manhã, que horas devem ser? - olha no relógio - Mas no que adiantaria saber que horas são se isso não resolveria meu problema com os ponteiros do relógio sempre caminhando cada dia mais rápido. Se eu fechar os olhos você aparece e me pergunta se estou bem, só pra mim balançar a cabeça negativamente e deitar no seu peito . Quero cafuné . Muitas pessoas gostariam de um chocolate quente mais para mim alguem segurando minhas mãos sentado comigo aqui já bastava para me tirar um sorriso dos lábios. Meus defeitos estão jogados sobre a mesa hoje, qualquer um pode pega-los e joga-los contra mim. Quem sabe alguém até goste mais de mim por isso, afinal quem saiba essa seja a verdade sobre ser verdadeiro. Quem saiba quando você abrir a porta ela não esteja mais trancada, quem sabe eu não esteja mais na cama, quem sabe eu já tenha começado a sorrir, tenha preparado uma tigela com uvas e sentada na mesa ao lado de algum caderno esteja escrevendo algo , mais talvez, talvez eu não exista, talvez meus defeitos tenham me feito desaparecer, mais naquele caderno com folhas ainda em branco tem algumas no meio, cheia de palavras, e em cada delas o que sinto me torna real ...
8 de dez. de 2010
E ela gritava tentando dizer o que sentia, enquanto as lágrimas desciam do seu rosto ...
Dor, raiva, vontade de gritar, de correr, de dizer tudo o que estava em sua garganta a tempos. E ela gritava, dizia, chorava. Tentando mostrar inutilmente que não tinha feito nada fora do comum, palavras jogadas como dardos em seu coração, ela dava gargalhadas debochadas enquanto ouvia coisas que faziam uma raiva incomum nascer dentro de si. Ela para respira fecha os olhos, enquanto mesmo de olhos fechados as lágrimas insistiam em descer. Ela simplemente não acreditava no que houvia. Se sentia cansada de dizer aquelas palavras, se sentia exausta. Ela para subitamente de falar qualquer palavra. Ela desistiu. Ela cansou. Vozes gritando dentro de si para lutar, para continuar a dizer o que sentia, mas ela simplesmente desistiu. Desistiu de fazer coisas pra agradar, de tentar se explicar... Ela agora só ficaria ali, fazendo o que seu coração queria e achava ser certo. Quando sabemos que é verdade não precisamos provar a verdade. A pessoa que diz que é mentira que tem que provar que é mentira, e sendo verdade nada acontecerá. E assim ela se sentia, lá sentada no escuro ..
7 de dez. de 2010
meu corpo viraria sol

Se você não entende não vê, se não me vê não entende. Não procure saber onde estou se o meu jeito te surpreende. Se o meu corpo virasse sol,se a minha mente virasse sol...mas só chove, chove, chove e chove. Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro, e fizesse parar de chover nos primeiros erros, meu corpo viraria sol, minha mente viraria sol... mas só chove e chove, chove e chove.
Capital inicial - Primeiros erros
A chuva liberta. O sol aquece. O vento invade. Do tempo não sei escolher o melhor. Não sei dizer o que me faz mais feliz. O que sei é todos eles me trazem lembranças... . Lembranças boas , lembranças ruins. Mas o que realmente vale, é que vivi cada um desses momentos com o máximo de intensidade que pude, com o máximo de intensidade que deveria viver.
Quero sentir cada detalhe, cada sopro, cada brisa, cada gota, cada raio de sol que tocar na minha pele... quero poder sentir, quero poder viver... pois no final, sempre algo vale a pena.
ela ainda esta aqui , pelo menos parte dela
Sabe, eu ainda gosto de chocolates e balas de hortelã . Eu ainda canto desafinado só pra fazer alguém sorrir. Eu ainda gosto de abraços. Eu ainda gosto de músicas romanticas . Eu ainda sorrio sem motivo. Eu ainda sou implicante. Eu ainda falo demais. Eu ainda não sei dançar. Eu ainda amo o vento na minha pele. Eu ainda quero liberdade. Eu ainda tenho medos. Eu ainda não sei falar inglês. Eu ainda não saio pra todos os lugares sozinha. Eu ainda tenho mania de falar ao telefone. Eu ainda choro atoa. Eu ainda sinto dor por não ter todos que amo por perto. Eu ainda lembro dos filmes que vi . Eu ainda choro quando lembro dos meus "amigos". Eu ainda escrevo pra me esvaziar. Eu ainda me sinto sozinha mesmo cheio de gente ao redor. Eu ainda não conquistei a confiança de volta de muitas pessoas. Eu ainda não me recuperei de alguns traumas. Eu ainda tenho medo do escuro. Eu ainda penso que estou acima do peso. Eu ainda tenho vergonha de conversar com algumas pessoas. Eu ainda abraço aquela minha antiga amiga quando a vejo. Eu ainda gosto que me chamem de nãna . Eu ainda gosto de perfumes menos doces. Eu ainda amo mousse de maracuja . Eu ainda gosto de cantar. Eu não tenho mais chorado com frequencia. Eu ainda lembro das antigas conversas. Eu ainda me sinto segura quando lembro de estar abraçando algumas pessoa. Eu ainda sorrio sozinha. Eu ainda gosto da chuva. Eu tenho prestado mais atenção em borboletas. Eu tenho ficado sentada no sol de manhã pra me sentir mais forte. Eu ainda não vejo muitos filmes de terror. Eu ainda me sinto uma criança. Eu ainda erro. Eu ainda grito pra libertar, eu ainda sonho. Eu ainda tenho muito daquela menina antiga ,daquela menina que acreditava que tinha muitos amigos . Eu ainda sei que ela está aqui ... em algum lugar.
4 de dez. de 2010
(...) Fico chateada quando as pessoas esquecem das coisas. Eu sei que a gente não deve esperar retribuição, mas algumas coisas precisam ser pagas na mesma moeda.
Sou legal com quem é legal comigo. Falta de consideração se paga com falta de consideração. Não sou legal com quem não é legal. Olha, me desculpa, mas essa coisa de vamos-ser-todos-legais não é pra mim. Sabe por quê? Eu cansei. Cansei de ser bobinha, sem maldade, sem malemolência. Agora, eu jogo o jogo. A gente precisa ter um pouco de malícia para compreender as pessoas. Depois de muito tomar na cara, é difícil eu me enganar. Sei exatamente com quem posso contar, pra quem posso chorar, pra quem posso desabafar.
2 de dez. de 2010
Sorte pra mim é ver o carrinho de picolé chegando. É compartilhar gargalhada na segunda. Acordar com vontade de fazer bolo e ver que tenho os ingredientes. É ganhar beijo roubado. Sorte pra mim é sol no sábado. É pijama até às 3. É reunir os melhores amigos com chapeuzinho de aniversário. É saber que amanhã é sexta. E que os problemas já podem ser substituídos. Sorte é saber que eu sou forte, capaz e saudável. E saber que eu não sou um monte de coisas. Mas que posso ser. É ter pra quem ligar quando eu quero rir. E ter alguém pra chamar quando eu quero colo. É ter certezas. De que vai dar tempo. De que vai dar saudade. E de que eu sou determinada a ponto de quebrar a cara (e de não desistir com isso). É, acima de tudo, saber perceber que eu tenho sorte. Sorte é ter um passado doce e o açucareiro nas mãos.
Milena Gouvêa

A alma é invisível. O caráter é invisível. Ninguém enxerga, mas uma hora ou outra eles se manifestam, dão as caras, são notícia. Ninguém sustenta uma mentira muito tempo. Ninguém consegue manter duas caras a vida inteira. Uma hora a corda balança, você precisa se equilibrar e mostrar quem é. E não é nada fácil ser quem a gente é, abraçar defeitos, loucuras, fantasias alucinadas. Não é fácil se olhar no espelho e dar de cara com o que está visível.
Máquinas fotográficas registram momentos, manifestações de sentimentos, cenas, datas importantes. Fotos são pedaços de lembranças (porque uma parte fica na foto, a outra dentro da sua cabeça e coração). Tiramos fotos de tantas coisas. Já pensou se a gente conseguisse fotografar a alma das pessoas? Ver o que tem dentro, apreciar ou se horrorizar com o que cada um leva consigo. Ia ser bonito. Uma experiência única ... E visível.
1 de dez. de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)
